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Meios como “BBC” e “Daily Mail” noticiam que o clube galês reteve o pagamento pelo jogador, a contratação mais cara de sua história, até que questão se resolva

Mais um capítulo da tragédia que envolveu a queda do avião que transportava Emiliano Sala no Canal da Mancha há duas semanas. Nesta quarta-feira, meios de comunicação britânicos, como a emissora BBC e o jornal “Daily Mail”, noticiaram que o Nantes está exigindo do Cardiff o pagamento pelo argentino. O clube galês teria retido o pagamento pela contratação mais cara de sua história até que questão se resolva.

O Nantes acertou a venda de Emiliano Sala ao Cardiff por €17 milhões (R$ 71,5 milhões), naquela que foi a contratação mais cara da história dos galeses. Segundo a “BBC”, esse valor seria parcelado ao longo dos próximos três anos.

A primeira parte, em tese, deveria ser descontada uma semana após a assinatura do contrato, dias antes do acidente, o que não foi feito ainda. Mas, segundo o “Daily Mail”, o Cardiff não pretende fazer nenhum pagamento até a conclusão das investigações oficiais sobre as causas do desaparecimento do jogador (que ainda não foi encontrado).

O Nantes, por sua vez, fez um pedido por email na quinta-feira da semana passada e, na última terça-feira, reforçou a cobrança para que o pagamento seja feito dentro do prazo de 10 dias através de um pedido formal por escrito, informam os meios de comunicação britânicos. A reação dos britânicos, que garantem que vão honrar o compromisso, seria de surpresa.

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Corpo encontrado em avião

A Agência de Investigação de Acidentes Aéreos (AAIB, na sigla em inglês) anunciou na manhã da última segunda-feira que ao menos um corpo foi encontrado no fundo do Canal da Mancha junto com a aeronave que transportava o jogador Emiliano Sala e o piloto David Ibbotson. Também foi divulgada a primeira imagem da fuselagem.

Depois de 13 dias de buscas, a aeronave foi encontrada nas primeiras horas do último domingo por um barco que fazia parte da investigação particular contratada pela família depois que a polícia suspendeu as buscas. Os destroços estão a pouco mais de 38 quilômetros ao norte da cidade de Guernsey.

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